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quarta-feira, 27 de abril de 2016
sábado, 24 de novembro de 2012
terça-feira, 11 de setembro de 2012
domingo, 6 de maio de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
30 Anos de Cultura
1982 – 2012
Colóquio Internacional
Percursos - o Desenvolvimento dos Estudos do Século XVIII em Portugal
3-4 de Dezembro de 2012
Temas Propostos
1. A SPESXVIII e as suas actividades
2. O Século XVIII e a Sociedade de Geografia
3. As Universidades e os Estudos sobre o Século XVIII
-Teses de Mestrado e de Doutoramento
4. Os Museus Portugueses e o Século XVIII
5. Património construído e Património preservado
6. Os Poderes no Século XVIII português e os Municípios
7. O Brasil no Século XVIII
- Jesuítas e Escravatura
8. A Europa e Portugal no Século XVIII
- Questões de Economia – Teorias e Práticas
9. Maçonaria e Inquisição no Século XVIII
10. A Ciência em Portugal no Século XVIII
Inscreva-se
Sociedade Portuguesa de Estudos do Século XVIII
Av. de Ceuta – Quinta do Cabrinha, nº1 R/C – 1350-125 LISBOA
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Colóquio Internacional - Desenvolvimento dos Estudos do Século XVIII
Colóquio Internacional
Percursos:
Desenvolvimento dos Estudos do Século XVIII
em Portugal – 1982-2012
3-4 Dezembro 2012
Peça Informações
Sociedade Portuguesa de Estudos do Século XVIII
E-mail: mhcsspes18@gmail.com
Tlm: 91 900 90 86; 91 97 000 48; 91 946 53 27; 96 715 58 98
Sociedade Portuguesa de Estudos do Século XVIII
Av. de Ceuta, Quinta do Cabrinha, nº1 r/c – LISBOA
Sociedade Portuguesa de Estudos do Século XVIII
30 Anos de Cultura
1982 – 2012
Colóquio Internacional
PERCURSOS: O Desenvolvimento dos Estudos do Século XVIII em Portugal
FICHA DE INSCRIÇÃO (a devolver)
NOME ________________________________________________
INSTITUIÇÃO __________________________________________
TEL. ________________________ _________________________
E-MAIL _______________________________________________
TÍTULO da COMUNICAÇÃO A APRESENTAR ________________________
Os RESUMOS das COMUNICAÇÕES serão editados e distribuídos durante o Colóquio.
JUNTE : Curriculum Síntese (1 página)
1 foto para edição de RESUMOS
Observações (se assim o entender)
Devolver a:
SPESXVIII – Av. de Ceuta, Quinta do Cabrinha, nº1 r/c - 1350-125 LISBOA
E-mail: mhcsspes18@gmail.com
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
A EUROPA E O MUNDO COLONIAL NO SÉCULO XVIII - Les Candidatures Sélectionnées et Confirmées
1 - Alexandre Dubé – Canada – University McGIL,
Thème: Le Roy de France s’incarne-t-il aux colonies?
2 - Aurélie Zygel-Basso – Canada – Université de Trois Rivières, Québec
Thème: La colonie dans le Grimoire – tableaux exotiques et merveilleux: de
l’anthologie illustrée du Cabinet des Fées aux Voyages imaginaires
(1785-1789).
3 - C.Akça Ataca - Turquie - – International Relations Department – Hacettepe
University, Ankara
Thème: Narratives guide the imperial encouters: ancient historiography of
eighteenth-century Britain .
4 – Jenny Silvestre (19) – Portugal – Universidade Nova de Lisboa
Thème – The exotic in the portuguese court and the firsts abolitionists laws
with Pombal.
5 – José Arnaldo Santos – Brasil, Universidade Estadual de Fortaleza
Thème: La problématique de l’esclavage entre “indiens gentios” et esclaves
africains dans la conquête de la terre pour l’homme blanc.
6 - Kalle Gustafsson – Finlândia – Abo Akademi University , Finland
Thème: Central Africans in Minas Gerais in the Eighteenth Century
7 - Luigi Delia - Université de Bourgogne, França
Thème: De la nécessité d’adopter l’esclavage en France (1797) –
Stratégies discursives d’un “chef d’oeuvre d’iniquité”.
Francfort.
Thème:L’anticolonialisme français au XVIIIe siècle: une mise en perspective.
9. Marin Sambrian-Toma – Romania – University of Craiova
Thème: The oriental influence in the fashion of Wallachia in the 18thcentury.
10. Marisa Huerta – USA – Harvard University ; Brown University ; University of
Thème: Imagining a Past Fit for the New National Community: The
Emerging Discourse of “Racial” Purity in England and América.
11. Nathalie Vuillemin – Suisse – Universités de Neuchâtel
Thème: Le voyage savant entre intérêts politiques et ambitions scientifiques:
enquête dans le carnets et dans les œuvres de quelques naturalistes
français en Amérique du Sud (1735-1800)
12. Tony C. Brown – USA – University of Chicago – University of Minnesota , USA
Thème: The New Word in enlightenment Aesthetic Theory ( The Primitive, the
Aesthetic, and the Savage: an Enlightenment Problematic).
13 – Werner Stangl – Autriche – Graz University – Depertment of History
Thème: The private correspondence of Spanish emigrants from
Hispanoamerica.
14. Zacharie Nzepa Petnkeu – Camarões – Concórdia College, Minnesota, USA
Thème: La France et Saint-Domingue: la dialectique de la trahison et du
déni de l’Histoire à la fin du XVIIIème siècle.
sábado, 10 de janeiro de 2009
A Europa e o Mundo Colonial
A EUROPA E O MUNDO COLONIAL NO SÉCULO XVIII
21-27. Setembro. 2009
Lisboa / Sintra
A Sociedade Portuguesa de Estudos do Século XVIII em parceria com a Sociedade Internacional de Estudos do Século XVIII e outras Sociedades congéneres da França, Itália, Brasil, EUA, Irlanda e Japão, entre outras, organizaram em Setembro de 2009 o SEMINÁRIO DE JOVENS INVESTIGADORES, que teve como tema A EUROPA E O MUNDO COLONIAL NO SÉCULO XVIII.
Para participar, os Jovens Investigadores devem possuir um diploma de Doutoramento e apresentar a CANDIDATURA à Comissão Permanente da Sociedade Internacional de Estudos do Século XVIII, que selecciona pelo menos os 12 investigadores que revelem as melhores propostas de trabalho sobre o tema dado.
A organização do Seminário, para o ano de 2009, foi entregue à Sociedade Portuguesa de Estudos do Século XVIII – que apresenta um interessante curriculum de vinte e cinco anos de trabalho no âmbito da investigação sobre o Século XVIII, a par de organização de eventos de grande envergadura científica e edição regular dos volumes de actas dos Congressos e Colóquios realizados.
Societé International d’Études du 18ème Siècle
SOCIEDADE PORTUGUESA DE ESTUDOS DO SÉCULO XVIII
L’Europe et le monde colonial au 18ème siècle
Séminaire International des Jeunes Dixuitiémistes
20-27. septembre. 2009
Cento Nacional de Cultura Convida
Rua Antonio Maria Cardoso, 68 – Chiado
Entrée Libre
Apresentação
pelo Prof. Doutor Guilherme de Oliveira Martins,
President du Centro Nacional de Cultura
Conferência
pelo Prof. José António Ferrer Benimeli – Universidade de Zaragoza
América en el pensamiento del Conde de Aranda (1719-1798)
Participantes convidados:
Prof. Doutor Mariano Gago, Ministro da Ciência e do Ensino Superior
Prof. Doutor Jean Mondot – France - ex- Président de la Société International d’Études du XVIIIème Siècle
Prof. Doutor Rui Vilar – Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian
Doutor Carlos Monjardino – Presidente da Fundação Oriente
Prof. Doutor Mário Mesquita– Administrador da Fundação Luso-Americana
Prof. Doutor Luis Aires de Barros – Presidente da Sociedade de Geografia
Prof. Doutor João Bilhim – Presidente do ISCSP-UTL
Dr. Tavares Salgado – Presidente da Fundação Marquês de Pombal
Dr. António Costa – Presidente a Câmara Municipal de Lisboa
Dr. Fernando Seara – Presidente da Câmara Municipal de Sintra
Dr. Isaltino de Morais – Presidente da Câmara Municipal de Oeiras
Président : Lise Andries – Secrétaire General de la SIEDS
Coordinateur: Maria Helena Carvalho dos Santos -SPESXVIII
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
A Ideia de felicidade
A Ideia de Felicidade
Pode aceitar-se que o Século XVIII recuperou a Ideia de Felicidade no sentido que a trouxe para o terreno das preocupações políticas, sociais e filosóficas, dela fazendo um tema maior, entre a utopia e a res publica.
O ideal de felicidade perpassa a História da humanidade.
Por isso, propôs-se aos estudiosos que pensassem a Felicidade sob vários ângulos e temáticas:
Pensar a felicidade - os filósofos
O direito à felicidade - os modelos
O corpo e a felicidade - os laboratórios
A alma e a felicidade - as promessas
Os quotidianos, os ideais e a felicidade
Por isso, propôs-se aos estudiosos que pensassem a Felicidade sob vários ângulos e temáticas:
Pensar a felicidade - os filósofos
O direito à felicidade - os modelos
O corpo e a felicidade - os laboratórios
A alma e a felicidade - as promessas
Os quotidianos, os ideais e a felicidade
Desses estudos nasceu este livro
Será que através deste livro e num percurso já velho, mas sempre renovado, na busca da felicidade,
será que cada geração, cada época, cada século,
sabe que felicidade procura?
ou
a ideia de felicidade é sempre a mesma,
em todos os tempos, dos filósofos gregos ao nosso tempo,
entre a liberdade os valores cívicos?
será que cada geração, cada época, cada século,
sabe que felicidade procura?
ou
a ideia de felicidade é sempre a mesma,
em todos os tempos, dos filósofos gregos ao nosso tempo,
entre a liberdade os valores cívicos?
Desobediência Política até à Felicidade
Na organização deste livro pareceu adequado destacar a contribuição da imagem e da iconografia para a representação de uma ideia.
E a Introdução pode corresponder a uma hipótese de
Catálogo de Exposição
que não chegou a existir,
mas poderia ter sido subordinada ao tema:
Obediência à autoridade
Desobediência à autoridade ilegítima
Que diferença vai da obediência à desobediência?
Nenhuma - o problema está do outro lado.
A desobediência justifica-se,
ou torna-se mesmo imperativo de consciência,
quando a lei emana da autoridade ilegítima.
Por isso, a par dos filósofos imaginados por Rafael, colocou-se
Antígona.
Antígona que disse a Creonte que sabia
e que desobedecera à autoridade que considerou ilegítima.
Havia de cumprir-se a lei de Creonte,
para seu mal e glória dos gregos
que não estavam apenas a criar as olimpíadas e a tragédia,
mas estavam a anunciar os
Direitos dos Homens.
A heresia tinha passado do teatro para a vida.
As mulheres dão rosto à obediência
quando lhes é anunciado o nascimento.
As mulheres dão rosto à desobediência
em nome da esperança:
Antígona - na Grécia
Marianne -em França
Um busto de jovem anónima em Portugal.
Marilyn - no cinema
para que se cumpra a felicidade.
O Século XVIII imaginou a ideia de
liberdade, igualdade e fraternidade
para recuperar a ideia de felicidade.
Na pressa da velocidade e do automóvel,
o Século XX viveu a felicidade no cinema.
Nesta Introdução
as palavras dão lugar às imagens
as palavras hoje foram escritas no écran
das novas tecnologias
transportadas em pequenas disquetes
como livros de bolso
Digitalizadas
as palavras e as imagens
retornarão ao livro
porque dos livros em alguma ocasião saíram
e a ele regressam plenas de experiência.
As palavras, as imagens, as disquetes, os livros
são folhas de vida
e numa amálgama de ideias se transformam
no papel
onde se escrevem os livros
No formal e no informal dos colóquios
entre gente do livro
falamos de ideias
e da Felicidade também
com palavras?
E com letras e com livros?
E com imagens?
Na organização deste livro pareceu adequado destacar a contribuição da imagem e da iconografia para a representação de uma ideia.
E a Introdução pode corresponder a uma hipótese de
Catálogo de Exposição
que não chegou a existir,
mas poderia ter sido subordinada ao tema:
Obediência à autoridade
Desobediência à autoridade ilegítima
Que diferença vai da obediência à desobediência?
Nenhuma - o problema está do outro lado.
A desobediência justifica-se,
ou torna-se mesmo imperativo de consciência,
quando a lei emana da autoridade ilegítima.
Por isso, a par dos filósofos imaginados por Rafael, colocou-se
Antígona.
Antígona que disse a Creonte que sabia
e que desobedecera à autoridade que considerou ilegítima.
Havia de cumprir-se a lei de Creonte,
para seu mal e glória dos gregos
que não estavam apenas a criar as olimpíadas e a tragédia,
mas estavam a anunciar os
Direitos dos Homens.
A heresia tinha passado do teatro para a vida.
As mulheres dão rosto à obediência
quando lhes é anunciado o nascimento.
As mulheres dão rosto à desobediência
em nome da esperança:
Antígona - na Grécia
Marianne -
Um
Marilyn - no cinema
para que se cumpra a felicidade.
O Século XVIII imaginou a ideia de
liberdade, igualdade e fraternidade
para recuperar a ideia de felicidade.
Na pressa da velocidade e do automóvel,
o Século XX viveu a felicidade no cinema.
Nesta Introdução
as palavras dão lugar às imagens
as palavras hoje foram escritas no écran
das novas tecnologias
transportadas em pequenas disquetes
como livros de bolso
Digitalizadas
as palavras e as imagens
retornarão ao livro
porque dos livros em alguma ocasião saíram
e a ele regressam plenas de experiência.
As palavras, as imagens, as disquetes, os livros
são folhas de vida
e numa amálgama de ideias se transformam
no papel
onde se escrevem os livros
No formal e no informal dos colóquios
entre gente do livro
falamos de ideias
e da Felicidade também
com palavras?
E com letras e com livros?
E com imagens?
sexta-feira, 12 de janeiro de 2007
O Elogio da crise
CONGRESSO INTERNACIONAL
(a realizar em Portugal e Brasil entre 2007 e 2008)
O Elogio da Crise:
Portugal e Brasil entre os Séculos XVIII e XXI:
do absolutismo regional à globalização
1807 - 2007
Organização
SOCIEDADE DE GEOGRAFIA DE LISBOA
SOCIEDADE INTERNACIONAL DE ESTUDOS DO SÉCULO XVIII
SOCIEDADE PORTUGUESA DE ESTUDOS DO SÉCULO XVIII
ASSOCIAÇÃO DE ESTUDOS DO SÉCULO XXI
UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAÚ - UVA - FORTALEZA, BRASIL
Se a História tem algum sentido de “arqueologia”, nem por isso ela deixa de ser “prospectiva” do nosso próprio tempo, pressentindo-lhe as crises e estabelecendo relações de soluções e comportamentos humanos entre épocas, acrescida de um sentido filosófico e sociológico. A História é de todos, como a ciência que a todos responde e é construída por todos, tanto num regresso ao passado, como na equação do presente em função de futuros previsíveis. Todos sabemos que a História não se repete, mas oferece mecanismos de pensamento e pode estabelecer métodos de análise e rigor científico que estão a transformá-la naquela ciência indispensável aos Homens que a deverão escutar em função das tarefas que desempenham no mundo das políticas e das grandes decisões neste momento de transformações e de globalização.
Então, qualquer efeméride deverá ser entendida como uma reflexão aprofundada, interdisciplinar e participada por entidades e instituições culturais e científicas diversificadas.
Por isso, cabe-nos revisitar 200 anos de História que lembrem um tempo de impérios e um tempo de mudanças. Propomos, então, o elogio da crise.
PROGRAMA
Inauguração do Colóquio
24 de Maio de 2007, 5ª feira, às 18.00 horas
Na Sociedade de Geografia de Lisboa
*
Abertura
pelo Presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa, Professor Doutor Luís António Aires-Barros
*
Conferência pela Presidente da Sociedade Portuguesa de Estudos do Século XVIII, Prof. Doutora Maria Helena Carvalho dos Santos, sobre
Portugal entre Pombal e D. Maria I (1750-1816)- a questão da viradeira
2ª Sessão de Trabalho
14 de Junho de 2007, 5ª feira
Na Sede da Sociedade Portuguesa de Estudos do Século XVIII
19.30 horas – Jantar*
21.00 horas – Homenagem ao Professor Doutor Luís António Aires-Barros, Presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa.
22.00 horas – Mesa Redonda
As (IN)tolerâncias entre os Séculos
Participantes:
Dra. Maria do Rosário Santos – Marginalidades
Professor Doutor Carolino Monteiro – As intolerâncias da Ciência
Dr. Mário Máximo – leitura de Poemas
Moderador: Prof. Doutor Fausto Amaro
* - jantar por inscrição
3ª Sessão de Trabalho
8 de Novembro 2007, 5ªfeira
Na Sociedade de Geografia de Lisboa
10.00 às 12.30 – Mesa Redonda
O Elogio da Crise
1807 - 2007
Participantes:
Brasileiro – O início da independência do Brasil
Espanhol – As invasões em Espanha
Maria Helena Carvalho dos Santos – O Elogio da Crise – Jornais e opinião pública
Moderador: Dra. Maria Cristina de Melo
20.30 horas – Jantar *
Encerramento do Colóquio
* Jantar por inscrição
até 17 de Novembro: 20,00
Portugal e Brasil entre os Séculos XVIII e XXI:
do absolutismo regional à globalização
1807 - 2007
Ficha de Inscrição
(a devolver até 23 de Maio de 2007)
Nome ______________________________________________________
Morada _____________________________________________________
Tels. __________________ E-mail _______________________________
Profissão ____________________________________________________
Título da comunicação
(pode juntar outros dados em anexo) ______________________________
____________________________________________________________
Data ____________
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